21° Prêmio Claudia premiou 7 mulheres extraordinárias

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Entrega dos prêmios aconteceu na terça-feira, 04

Já tradicional na imprensa, o Prêmio Claudia teve sua 21ª edição na terça-feira, 04, no Teatro Santander em São Paulo e premiou sete mulheres em categorias diferentes. As 22 candidatas foram julgadas por um júri de peso com nomes como Luiza Helena Trajano, Marieta Severo, Mario Sergio Cortella, Nadine Gasman e Alexandra Loras.

Confira as vencedoras das categorias:

Na categoria Ciências, a médica Adriana Melo levou o prêmio por comprovar a relação entre a infecção do zika vírus e a malformação de bebês. Durante seu discurso, Adriana cobrou a falta de humanização no tratamento das crianças “que continuam a ser tratadas como números”, pediu ela.

Em Cultura, a diretora Anna Muylaert, do aclamado longa nacional “Que horas ela volta?”, reabrindo e evidenciando a discussão sobre a exploração do trabalho doméstico no Brasil.

Na categoria Negócios, a ganhadora foi a criadora da Nubank Brasil, Cristina Junqueira. Em Revelações, Samantha Karpe e Letícia Camargo Padilha levaram o prêmio pelo projeto de uma cobertura de rua mais econômica, resistente e sustentável que a convencional.

Maria Clara de Sena, a primeira transexual no mundo em cargo de Mecanismo de Prevenção e Combate à Tortura, ganhou o prêmio da categoria de Política Públicas por sua militância pelos direitos LGBT. “O mundo está se descobrindo, a gente está conseguindo chegar em um lugar positivo. Eu estar aqui é a representação disso”, declarou. Em Trabalho Social, a ganhadora foi a criadora da ONG Vida Corrida, que acolhe crianças e adolescentes das zonas mais violentas de São Paulo.

Rozimere Santos Oliveira Souto recebeu o prêmio Revendedora Natura Inspiradora por estimular o empreendedorismo e o empoderamento feminino no Sertão da Paraíba.

Além da entrega dos prêmios, a noite contou com momentos inspiradores e intensos como o discurso sobre violência doméstica de Luiza Brunet e a presença de Maria da Penha, que deu o nome à lei que protege milhares de mulheres em todo o país.

Maria Clara Galeano
Maria Clara Galeano
18 anos, Jundiaí, SP. Libriana, ansiosa e apaixonada por livros e séries. Amo moda e sonho com o dia que terei o trabalho de Andrea Sachs de “O Diabo Veste Prada”. Gosto de me desafiar e procuro viver cada dia de forma única.

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