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Brasília - Manifestantes pró (à direita) e contra (à esquerda) o impeachment ocupam a Esplanada dos Ministérios durante o processo de votação na Câmara dos Deputados ( Juca Varella/Agência Brasil)

Entenda um pouco sobre o conflito preocupante no cenário nacional proporcionado por tal fenômeno

A polarização política no Brasil está se tornando algo cada vez mais preocupante no cenário nacional. O aumento da popularidade de representantes políticos com ideais radicais e a forma de divulgação dessas pessoas, que se dão apenas através de seus ideais para a arrecadação de votos, confirmam tal situação. É cada vez mais nítido, que em suas campanhas políticas, os candidatos se apresentam e se vendem como uma ideologia e perpetuam uma polarização entre direita e esquerda que se tornaram muito conflitantes no país e mundo afora.

Em 2016, o mundo presenciou a eleição de Donald Trump para a presidência dos EUA. Um candidato que se divulgou como uma pessoa com ideais políticos e sociais considerados de extrema direita, que propunham mudanças no modelo de governo que o antecedeu, que trouxe grandes avanços em algumas questões sociais, mas em uma leve queda na economia norte-americana. A população estava dividida entre os candidatos e chegavam até a se confrontar fisicamente por conta da divergência de opiniões.

No Brasil, o cenário é bem parecido, duas eleições de Lula e em seguida de Dilma, ambos do PT e representantes do centro-esquerda do país. Assim como nos EUA, trouxeram alguns avanços em questões sociais, mas uma queda na economia do país, o que levou a uma resistência, tanto do centro-direita, como também da extrema direita política brasileira, que resultaram no impeachment da presidente.

Desse período em diante, o Brasil ficaria dividido, ideais políticos seriam automaticamente relacionados com ideais sociais e a população viria a aderir a esses estereótipos, uma vez que isso fora perpetuado, políticos como Lula e Jair Bolsonaro viriam a crescer em pesquisas de intenções de voto, uma vez que representam cada um dos lados da moeda.

É necessário que a população entenda que não é porque uma pessoa possua ideais políticos de direita que ela terá os sociais também de direita, o mesmo vale para a esquerda. Em 2015, circulava nas redes sociais uma ferramenta que tentava explicar para a população tal diferença. O politicômetro mostrava para a pessoa como ela se classificaria nessas ideologias e ainda citava exemplos históricos para melhorar seu entendimento, mesmo assim não foi levado muito a sério e logo caiu no esquecimento.

Fernando De Amicis
Fernando De Amicis
18 anos, São Paulo, SP. Nascido em São Paulo e criado em Santo André, sempre tive paixão por contar histórias, antes mesmo de saber escrever. Fã de esportes, música e gastronomia, sonho com grandes projetos em tudo o que faço. Alguns podem dizer que tenho a cabeça nas nuvens, mas respondo “quem fica sempre com os pés no chão nunca chegará ao céu”.

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