Brilho eterno de uma mente sem lembranças

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“Feliz é a inocente vestal, se esquecendo do mundo e sendo por ele esquecida. Brilho eterno de uma mente sem lembranças! Toda prece é ouvida, toda graça se alcança.” Essas palavras de Alexander Pope deram nome ao filme estrelado por Jim Carrey e Kate Winslet. Interpretando Joel e Clementine, um casal que por dois anos tentam fazer o relacionamento dar certo.

Charlie Kaufman foi o roteirista, que apareceu pela primeira vez com ‘Quero Ser John Malkovich’, e ficou reconhecido pelo seu trabalho inusitado e criativo. Então, Clementine, decepcionada com a relação, se submete a um tratamento que apaga as suas memórias de Joel. O filme é dirigido por Michel Gondry, que nessa narrativa não-linear, tem grande importância na representação do tempo.

O drama se passa, em maioria, na cabeça de Joel, que chateado ao descobrir que Clementine apagou suas lembranças, decide fazer o mesmo. Durante o processo, porém, se arrepende ao encontrar as memórias boas, e tenta esconder Clementine nos lugares mais fundos do seu insconsciente. Até que quando o procedimento chega ao final, sua última memória é a voz de Clementine lhe dizendo: “Encontre-me em Montauk”, onde se dá, na verdade, o começo do filme.

A participação dos profissionais que realizam o apagamento de memórias é fundamental na história, influenciando em momentos-chave. O romance, além de sensibilizar e emocionar o espectador, traz questionamentos sobre a importância de viver momentos bons e ruins. O filme estreou em 2004, e apesar de trazer grande nomes do cinema como Mark Ruffalo, Kirsten Dust, Jim Carrey e Kate Winslet, é um filme cult, completamente diverso do que se espera de grandes produções norte-americanas.

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