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Desfile trouxe a pluralidade brasileira para as passarelas do maior evento de moda do país

 Os rappers Emicida e Evandro Fióti estrearam a marca LAB no segundo dia de desfiles do SPFW. Os irmãos tiveram auxílio técnico do estilista João Pimenta e investiram em estampas gráficas, peças amplas e estruturadas, quimonos e casacos com ombreiras.

A cultura africana mesclou-se com a oriental, usando o samurai negro Yasuke como inspiração. “Fizemos uma mistura não estereotipada de duas culturas pelas quais sou fascinado. E ainda há o fato de que o Brasil é o país onde há mais pretos fora da África e mais asiáticos fora da Ásia”, disse o rapper. Nas passarelas, pessoas comuns representavam a realidade de um país plural. “Estamos mostrando o que é o Brasil”, explicou Emicida.

O rapper ainda contou a história por trás da marca em entrevista à Marie Claire, “a LAB nasce com o desejo de ampliar o discurso que já pratico na música. A vontade de aproximar um Brasil que até então parecia muito distante dos ambientes de moda”.

Por fim, outro destaque do desfile foi a influência da moda sem gênero. As peças foram criadas para que tanto homens, quanto mulheres pudessem usá-las. Exemplo disso foi o cantor Seu Jorge, que desfilou vestindo uma saia longa plissada e moletom.

Bárbara Pereira
Bárbara Pereira
19 anos, São Paulo, SP. A paixão pela comunicação surgiu aos 13 anos, quando criei meu primeiro blog e ingressei no mundo digital. Sonhadora de carteirinha, quero viajar o mundo todo com uma mala nas costas e caneta na mão.

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